Nações Unidas e o Alerta
sobre o Progresso da IA

A dinâmica das novas tecnologias
deve atropelar o homem

Em 15 de setembro de 2026

Pode ler-se com o novo avanço das tecnologias, a saber IA e Robótica, duas tendências se plasmando no horizonte do futuro próximo da existência do homem. Em uma ele ainda continua o senhor da Terra, e elas o servirão, em outra elas se apoderarão para si próprias as suas tecnologias de tal modo que aflorará 'naturalmente' a competição entre eles. As Nações Unidas, e mesmo desenvolvedores pioneiros atuais da IA, alertam para o perigo existencial dessa possibilidade. Essa é sem dúvida a mais perigosa, contudo também a mais realista pela natureza das tecnologias e do próprio homem. A inquietude existencial humana instiga-o a experienciar para muito além das fronteiras do possível, à proporção que dispõe da liberdade de escolher por que vereda seguir, o que o distingue de qualquer outro ser, até ao momento, no universo conhecido que pode por sua própria natureza em um dédalo incorrer.
Por que portanto o alerta faz sentido? Observando os visionários bem como a ficção científica nos filmes de Hollywood, verificar-se-á uma peculiaridade das visões que faz toda a diferença. O enquadramento de todo o contexto da vida aos avanços das tecnologias modernas. Imaginem uma casa com toda a infraestrutura em conformidade com elas, ou seja se entra pelo visor da porta lendo o rosto ou a palma da mão, e assim tudo o mais dentro da casa, as venezianas, as janelas, as portas etc e dentro ainda nos encontramos com os humanoides despachando todo o serviço da casa, e estando à disposição do ocupante para lhes prestar todo o serviço imediato, inclusive apoio e orientação psicológicos. O microcosmo que então expandimos para o macrocosmo da cidade. O que se pode constatar do desenvolvimento dessas novas tecnologias? Como já dissemos em outro trabalho, elas estão cada vez mais complexas e dinâmicas, e isso denota que seu desenvolvimento e aprimoramento está a pouco e pouco atropelando o mundo do homem que não está preparado para o seu mundo, como se pode inferir pelos exemplos supra da constituição das condições de possibilidade conforme ao novo padrão de vida condicionado pelas suas tecnologias, atuais e vindouras a partir de IA e robótica. A justificativa de que a pausa no desenvolvimento da IA teria razões comerciais, econômicas e/ou políticas no espectro da concorrência entre empresas e países só corrobora o que supra escrevemos sobre sua natureza. E ao mesmo tempo a certeza de que os avanços continuarão ininterrupto, de modo que a IA será respet. se torna mais um, embora o mais perigoso até então criado pelo homem, instrumento de dominação por parte da sua civilização.
Os visionários não nos apresentaram uma tecnologia, senão um contexto tecnológico todo preparado, organizado e capacitado para fazer uso de toda a potencialidade das tecnologias. Com que nos deparamos? Com a civilização avançada, mas extremamente heterogênea cujos contrastes indicam, não atentando às premonições das Nações Unidas e de tantas outras personagens de firmas laborando regularmente no âmbito da IA, suceder, pensamos, a segunda tendência, entretanto um bocadinho modificada, com efeito os poucos, como ocorreu na história da civilização, conviverão e trocarão experiências em seus e nos próprios interesses das tecnologias contra o vulgo. Os alertas nos revelam que devemos em algumas poucas décadas estar a pouco e pouco criando um ambiente de escravidão no planeta. E isso já nos sinalizaram filmes visionários: Os poucos humanos, de seus guardiães e tutores acompanhados, contra os muitos da multidão depauperada afins às imperfeições da natureza humana nos indivíduos para o qual as qualidades e propriedades da espécie já não contribuirão no crescimento e desenvolvimento seus a tempo em se cotejando com complexidade e dinâmica do mundo de IA e robótica do porvir. É certo ou sobremaneira provável que o acontecido durante toda a história desde os primórdios manter-se-á inda, e sempre mais radical neste novo mundo da nossa civilização: A seleção natural.

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Filososfia e Arte em Tempos de Robótica e IA

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ONU e a Celebração
da Língua Portuguesa

No dia mundial dos lusófonos
faltou somente uma data

Em 9 de setembro de 2026

Em celebração da língua portuguesa as Nações Unidas, cujo secretário-geral é português, estão a comemorar realmente o quê? A língua portuguesa é uma das mais versáteis sintaticamente e das mais poderosas quanto aos recursos gramaticais (morfológicos e fonéticos). Para que porém serve tanto potencial? Vejam que Portugal suprimiu a segunda pessoa do plural da conjugação verbal, ao passo que a mantém pro forma, de fato contudo ignora o Brasil.
Vejam este exemplo de enorme potencial de que não se sabe usar. O vós enriquece o discurso com a possibilidade de especificar suas esferas sem incorrer no risco da confusão da formalidade com a informalidade nas relações pessoais por que com ele as pessoas do discurso podem expressar-se, dada a transparência e clareza incomuns, não só o número delas, senão também a forma de tratamento por que nos dirigimos a elas. Com o vós expressamo-nos na segunda pessoal do plural, se queremos dirigir-nos a pessoas ou que conhecemos ou com aquelas que mantemos relação informal na intimidade da família ou entre amigos ou por relação profissional, por exemplo entre colegas de atividade ou no círculo de trabalho dentre outras relações possíveis em que pontos de contato há pela própria natureza da atividade exercida com certa frequência e obrigação.
Como a língua portuguesa é sobremodo rica, ela dispõe ainda da forma de tratamento você respet. vocês para ser usado na terceira do singular ou do plural, sempre que nos dirigimos à(s) pessoa(s) com quem queremos manter contato estritamente casual e formal na esfera pública cotidiana da sociedade, por exemplo em supermercado, farmácia, bar, restaurante, cinema, hospital ou em órgãos públicos, quer porque não temos com a pessoa nenhuma intimidade ou algum contato de relação, como supra dissemos, quer porque não queremos ter nenhuma aproximação mais informal com ela ou pela própria natureza humana afim a sentimentos de antipatia, aversão, inimizade etc.
Não se deveria contudo exagerar com a sensibilidade durante a comunicação, nem mesmo se deixar influenciar pelo uso arcaico de vós dirigido a dignidades, e dessarte fazer aflorar sentimento de distância ou de insegurança com o uso do pronome, visto que ao emprego da língua, de qualquer língua, fazem parte usos e costumes em conformidade com a atualidade da sequência de gerações de famílias em um povo. Aquilo de que não se faz uso contudo cai no esquecimento, de modo que acontece, em se considerando a língua, que o errado passa por correto, por que soa costumeiro dizer Eu vi ele lá. A língua identifica um povo com a sua tradição histórico-consuetudinária. Isso faz todo o sentido, desde que educação respet. escola de qualidade não virem artigo de luxo, transformando usos e costumes orais ordinários como regra com que se acostuma, fazendo assim o incorreto passar respet. soar por correto dada a carência de conhecimentos do vernáculo. Nesse caso vale (quase) tudo, e a (suposta) evidência da comunicação oral encobre o próprio sentido da expressão do pensamento, e se diz naturalmente que a Maria viu o José, e tudo tá claro pra burro aos ouvidos das gentes.
Reparem por fim que o idioma alemão dispõe em sua gramática do du como tu e do ihr como vós de que fazem uso para sublinhar o tratamento pronominal informal, já do Sie como você e como vocês o mesmo Sie, ambos sempre em letra maiúscula independente do número, o formal. A precisão comunicativa oral denota qualidade de educação não somente escolar, senão também cívica das gentes que daí a literatura do povo em todas as áreas de expressão da sua cultura cunham. Se o nível da educação é baixo, dever-se-ia consequente ao menos enveredar - Portugal de Luis de Camões e Vasco da Gama já deu a partida! - pelo caminho da simplificação do inglês que com o you a tu, vós, você e vocês se refere sem olvidar do conhecido a gente. Se se não sabe usar tanto potencial para quê?! Sobra ora a fraude com a IA para fazer sei lá o que ... dela.

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