NASA e as Evidências
do Aquecimento Global

A Terra aquece mais e mais
cuja causa é a atividade humana (CO2)

Em 29 de setembro de 2026

Durante a história do planeta Terra o clima não permaneceu imutável. A NASA afirma que em uma pequena extensão de 800 mil anos ocorreram oito ciclos de mudanças climáticas sucedendo naturalmente eras glaciais intermitentes de períodos mais quentes. O fim da última era glacial estima ter ocorrido há mais ou menos 11.700 anos cujo acontecimento marcou o início da era climática moderna e igualmente da civilização humana. A causa delas foram pequenas variações sucedendo na órbita terrestre as quais variações influenciam a quantidade de energia solar recebida pela Terra. A emissão dos gases de efeito estufa na atmosfera é cientificamente comprovada por meio da "comparação de amostras atmosféricas contidas em núcleos de gelo e medições diretas mais recentes" (based on the comparison of atmospheric samples contained in ice cores and more recent direct measurements, provides evidence that atmospheric CO2 has increased since the Industrial Revolution1) . Ressalta-se que a coleta de dados já fazem os cientistas há muitos anos cujas novas tecnologias precisam ainda mais a certeza sobre eles comprovando sinais e padrões de uma mudança climática em andamento resultante da emissão de dióxido de carbono CO2 oriundo das atividades humanas, como reconhece supra a NASA, a partir do acontecimento da Revolução Industrial.
O trabalho mecanizado introduzido e realizado sistematicamente de forma industrial2 cuja geração de energia para a transformação nas fábricas das matérias-primas em mercadorias comercializáveis foi proporcionada pelo uso de combustível fóssil (de início sobretudo a queima do carvão). A NASA registra que "cientistas demonstraram a capacidade do dióxido de carbono e de outros gases de reter calor em meados do século XIX" (Scientists demonstrated the heat-trapping nature of carbon dioxide and other gases in the mid-19th century). Daí conclui ela haver evidências científicas comprovadas de uma acumulação maior de CO2 presente na atmosfera por causa das atividades humanas, diferentes das emissões ocorridas na última era glacial por eventos naturais e, bem observado, crescendo exponencialmente as taxas de gases de efeito estufa concentrados que ocasionam a retenção da energia solar em nosso planeta e, por conseguinte, o aquecimento global. Atentando aos dados do gráfico abaixo apresentado pela NASA, constata-se que a partir de 1911 a liberação de dióxido de carbono explodiu em uma escala vertical abrupta, sem nenhuma diminuição, ainda sempre.

A questão que se coloca, a saber a natureza será forte o suficiente para poder reverter sozinha o quadro? Ou esse somente mudará pelos esforços do homem reduzindo aos poucos totalmente o uso dos combustíveis fósseis, por outro lado aumentando drasticamente o dos biocombustíveis de tal modo que as projeções sobre o aumento da temperatura e com ele do calor para o bem da humanidade não aconteçam. É fato porém que uma grande quantidade de pessoas continua inda sempre a negá-las como consequência do modelo de desenvolvimento insustentável da civilização ocidental acelerado, como dito supra, a pouco e pouco a partir do acontecimento da Revolução Industrial. Arrazoam argumentando que o sol é o responsável. As mudanças climáticas estão naturalmente decorrendo dele, como ciclicamente assim já sempre ocorriam no planeta antes da própria existência do homem. E estão no contexto do sistema solar e da sua influência sobre os demais corpos celestes aumentando a quantidade de energia recebida pela Terra em razão das variações solares ocorrendo pela sua própria natureza, e afetando-a segundo o princípio físico de causa e efeito.
Eis uma boa razão por que ONU, NASA bem como outras organizações procuram embasar as avaliações de suas pesquisas sobre o aquecimento global desde a década de 1970 em relatórios com dados científicos (Intergovernmental Panel on Climate Change - IPCC)), para que nem negacionismo nem ceticismo grassem ou impedindo ou protelando as medidas necessárias contra a ininterrupta subida da temperatura média global. Isso nos comprovam medições teóricas, mas também faticamente se revelam em seguidas catástrofes naturais as evidências relacionadas ao aquecimento, por exemplo o derretimento e deslize de gigantesca massa de gelo no Nepal faz poucas semanas.
Já é comum, dado a realidade do aquecimento global, ler notícias nos canais de imprensa sobre ondas de calor. A Europa sofreu uma em seu último verão que segundo estações meteorológicas do continente foi atípica, mas por outro lado deve primo ficar mais frequente, secundo recrudescer a sensação térmica sufocante nas pessoas. Imagina-se de pronto que o efeito do calor sobre a população do planeta deva variar, e certa faixa etária sofra ainda mais com a pressão térmica resultante do aquecimento. E se imagina também que a exposição da vulnerabilidade deve certo estratificar-se, de maneira que os idosos pela própria idade de vida fiquem mais suscetíveis a doenças provocadas pelo clima. O envelhecimento da população mundial está outrossim embasado em dados científicos, e a falta de compensação térmica dos seus corpos diante do calor sufocante deve acarretar, devido às mudanças climáticas acontecendo, consequências à sua saúde amanhã3.

1 Leia mais em NASA

2 Leia na versão desktop a postagem
Economia circular
e o Futuro da Humanidade

3 Leia na seção Tema do blogue
Mudanças Climáticas e
a Vulnerabilidade dos Idosos

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