A Petrobras e
a margem equatorial
Em 6 de janeiro de 2026

A notícia de que houve vazamento na exploração da margem equatorial pela Petrobras causa preocu-pação, contudo se confirmou que fora apenas fluído biodegradável. Diga-se primeiro ter ocorrido o vazamento deste tipo de líquido, segundo não ser anormal no princípio tal vazamento, conforme sustentam especialistas na área da perfuração de poços de petróleo. Vale ressaltar que o próprio Ibama reconheceu que tal líquido não é poluente, até porque ainda não acontece de fato a extração do petróleo, senão perfurações exploratórias inicias da empresa com o propósito de comprovar a existência de poços com valor econômico de exploração. Positivo é o fato de que o plano de emergência comprovou eficiência, visto que fora ele o calcanhar de aquiles que impedia a concessão da exploração. Em notícia pública o presidente do órgão, Rodrigo Agostinho, afirmou:
___A Petrobras comunicou quase que imedia-tamente ao Ibama. O poço foi fechado, mandaram um minisubmarino, um ROV, ao local. Agora vão fazer a recuperação do equipamento para voltar a explo-ração.
A despeito da longa controvérsia existente ainda sempre, as ditas riquezas existentes no subsolo do mar na região pesaram para a autorização da concessão, uma vez que podem proporcionar autossuficiência de óleo e gás ao país e promover com os royalties, sobretudo ao estado do Amapá, em que problemas de infraestrutura são enormes e crônicos, impacto muito expressivo à solução das carências de saneamento básico da população. É porém certo que isso somente acontecerá, se governador e o governo do seu estado empregarem seu tempo para de fato governar em prol da sociedade, pois sabemos que podem usar o tempo de trabalho para se deixar corromper, mesmo recebendo muito bom subsídio de R$ 34.774,64 além das tantas regalias e benesses do cargo. É vexatório a rotina dos casos de corrupção, suborno, velhacaria estampando nas manchetes de jornais sobre os políticos brasileiros. O agravante não é em si a corrupção, há em todos os lugares, senão o fato de frequência e montante seus. Assim passam ao povo a impressão de que não acham nem ilícito nem imoral o ato ser.

Convém lembrar de que qualquer desafio nunca é o mesmo em cada empreendimento, por mais semelhanças e proximidades técnicas, logísticas, científicas etc possíveis. A Petrobras com coragem embasada em know-how e experiência o aceitou, cumprindo com as exigências do plano emergencial requerido pelo órgão, e provou que está trabalhando de modo responsável e transparente com a sociedade, já que informou de imediato às autoridades sobre o ocorrido. É de esperar que a exploração de tal fonte de energia de combustíveis fósseis provavelmente com novas tecnologias (v.gr. óleo com menor intensidade de carbono) emita cada vez menos gases de efeito estufa, por outro lado traga resultados positivos à própria transição energética de tal modo que fontes renováveis e sustentáveis, imprescindíveis ao planeta, aproveitem-se da própria exploração promovendo com confiança maior e melhor descarbonização das emissões nocivas com o progresso de ciência e tecnologia. Se se conhece em sua homepage as iniciativas da Petrobras, por exemplo Petrobras lança combustível sustentável de aviação produzido totalmente no Brasil, cujo combustível "recebe a certificação de sustentabilidade de acordo com as regras da International Civil Aviation Organization", dentre muitas outras, a aposta é realista e confiável.

O MEC e as boas intenções
Em 15 de dezembro de 2025

O MEC continua firme a investir em soluções de educação, pressuposto que a intenção no trabalho seja a transformação do seu status quo deplorável, agora o ceticismo parcial é legítimo e justificado pela razão. Dentre elas constam várias iniciativas, a saber Pé-de-Meia, ProUni, FIES, EscolaemTempo-Integral e tantas outras. Essa última remonta a ideias de personagens e governos idos, à época o partido do atual presidente, Lula da Silva, fora contra! Outra proposta apoiada, em conformidade com a tresdita divisa ‘Universidade para Todos’, é o CPOP, quer dizer a Rede Nacional de Cursinhos Populares. Sendo da velha guarda, lembra-se com certeza daqueles conhecidos cursinhos preparatórios ao ingresso na universidade, ainda presentes especialmente com a finalidade da preparação para exames de escolas militares e para os de concursos públicos.
Para o governo o atributo de reconhecimento goza, quer dizer populares. Por que o entendem já não parece óbvio. Imagina-se serem aqueles tão conhecidos quão direcionados ao público-alvo chamado ‘povo’ (populus e popularis, -e respet. substantivo e adjetivo em latim) o qual carente da formação recebida no ensino médio da escola pública via de regra foca neles a libertação pelo canudo, pois deve poder por eles realizar o sonho do estudo universitário, apelando a panaceias. Revela-se então a intenção oculta no tal atributo modernamente sinônimo de direito que se reporta destarte aos princípios constantes na Carta Magna, com efeito educação é direito de todos, e se recai finalmente na divisa fatídica supra. Sublinha-se o pavilhão de lutas sociais da esquerda que já tem a priori certo concebida a finalidade precípua do canudo: Preencher os quadros da burocracia estatal.
A questão crucial, se interessasse, morre antes de nascer, de tão sufocada fica emudecida, quando não ignorada: Até quando o défice de qualidade de educação no ensino médio perdurará? De leis, decretos, resoluções, iniciativas, programas etc não se carece! A verdade do atributo se alumia enfim: Popular significa que o preço para o ingresso na universitas cabe no seu bolso com outra ‘motivação’ do governo para a transformação da educação brasileira, já a competência cognitiva fica assunto anódino adstrito à teoria.

Evitar-se-ia todavia em parte a deterioração da qualidade do ensino superior, se se reestruturasse mais consequente o ensino médio, por exemplo com duas medidas fundamentais, quer dizer se torna o ENEM exame de conclusão do ensino médio, ao passo que a nota da prova serve de competência para o acesso ao ensino superior e de critério de preferência à escolha de disciplina e universidade pelo aluno segundo mérito da exitosa conclusão de tal modo que poderíamos ter, ao menos certo tecnicamente e sem demagogia, uma universidade aberta para todos.
Assim podem e, ao mesmo tempo, sabem o que pressupõe, aprovados qualificadamente no exame, a decisão de enveredar pelo caminho da formação acadêmica em lugar da realização imediata, por meio da formação técnico-profissionalizante de algum setor de sociedade e economia, o que, concluindo-o competente, deve preparar a consecução. O MEC, com recursos do erário público, apoia outra tal solução, acreditando que preenche desse modo as suas deficiências e lhes proporciona ingresso em alguma coisa pelos cursinhos populares

China desafia
a ficção científica

Em 16 de novembro de 2025

Publicamos aqui já dois ensaios sobre este tema tão atual quão fascinante consoante ao progresso de ciência e tecnologia, ou seja Filosofia e Arte em Tempos de Robótica e IA bem como Roboética, Homem e Robô em Relações e Interações, seção Opiniões, imaginando a ficção científica se tornar realidade em algumas dezenas de anos. A China contudo desafia a ficção científica, e já entrega “exército de humanoides” para começar a trabalhar em fábricas. Quando relação e interação com Sonnies ou Andrews se dará? O futuro é amanhã! A empresa chinesa Ubtech Robotics nos apresenta os primeiros humanoides em ação para o trabalho em fábricas. Certo é que já devem estar laborando para criar o exército de soldados para lutar no campo de batalha. A quem pertence o futuro? Teremos criador e criatura aprendendo reciprocamente, ou disputarão o espaço de vida na Terra? E quem emigrará nesse caso para outro planeta?

Educação ainda
sempre em baixa

Em 21 de outubro de 2025

O presidente Lula da Silva quer universalizar o Pé-de-Meia, isto é não apenas aos alunos de baixa renda, senão a todos os alunos matriculados no ensino médio. Mais um erro de política de educação que ao erário público, já à educação via de regra tão exíguo, custará caro. Dever-se-ia ao contrário canalizar os recursos a fim de transformar a qualidade de ensino do segundo grau de tal modo que concluíssem-no por mérito, estando assim pelo conhecimento adquirido na escola aptos a ingressar na universidade.
Há tantas possibilidades de que se pode fazer uso para motivá-los a estudar e aprender, de modo que sirvam mais tarde também de experiência de vida os anos de escola. Essa portanto deve significar crescimento ao corpo discente, realização ao docente. Educação não é caridade, senão direito cuja aplicação se recompensa pelo mérito, por exemplo com prêmios, bolsas etc. Ao mesmo tempo se cria um ambiente propício à melhoria do nível de escolaridade do ensino médio, à proporção que se estimula entre os alunos a competição salutar e a curiosidade criativa pelo saber.
Pé-de-meia é donativo de que se quer servir o governo para elevar a quantidade de conclusões do ensino médio a despeito da qualidade da formação dos alunos, e por fim passar dados do nível de escolaridade do país a agências internacionais. Se porém se consegue nota acima de zero na redação, já tá bom para outro rótulo do governo: ProUni. Viva!

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